sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Clube 12

    Estávamos trabalhando. Eu, da minha sala, o via desfilar pelos corredores da empresa. Eu o via, o observava. Olhava sua bunda enquanto andava. A calça não favorecia, mas minhas lembranças conseguiam ignorar a calça. Resolvi tomar água para poder cruzar com ele nos corredores. Quando passei, senti seu cheiro (ah, aquele cheiro!).
    Não resisti: imediatamente meus instintos colocaram meu cérebro pra maquinar. Arranjei um pretexto, consegui a chave e entrei em uma sala que raramente era usada. Mandei mensagem dizendo que eu estava naquela sala e que precisava de ajuda pois havia me machucado. Fiquei atrás da porta, escondida.
    Ele entrou, muito preocupado, o rosto aflito. Bati a porta atrás dele, trancando-a e já abrindo-lhe o ziper. Não me dei ao trabalho nem de baixar suas calças. Enfiei a língua por sua virilha, lambendo-lhe o saco. Quando comecei a lamber, seu cheiro começou a exalar mais fortemente. Engoli seu pênis, com todo o desejo que eu estava guardando ao vê-lo desfilar. Chupei, lambi, lambi seu escroto, como quem fosse devorar.
    Ele não podia fazer barulho, teve que gemer em silêncio, mal se aguentando em pé. E eu ali, ajoelhada em seus pés, em completo tesão por poder sentir seu gosto em minha boca. Quando percebi que ele ia gozar, intensifiquei os movimentos, succionando ainda mais, tentando mamar o máximo possível, para que não houvesse vestígios.
    Ele deu seu suspiro derradeiro, que até hoje eu me questiono se a empresa toda ouviu ou não, pois foi um bramido animal, selvagem, esquecendo-se de onde estava.
    Levantei do chão, passei a mão na minha boca e voltei a trabalhar, deixando-o lá, exausto e consumido. E trabalhei o resto do dia com seu gosto em minha boca.

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