sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Orgasmos múltiplos

    Eu tinha dois empregos. De dia trabalhava num lugar. Saía às 18 hs e às 19 hs começava a trabalhar em outro, quase vizinho. Ele me mandou mensagem dizendo que estava com saudades e queria me ver. Uma hora que a princípio seria matando tempo, foi matando vontade. Marcamos de nos encontrar numa rua super discreta, ao lado do meu trabalho.
    Quando entrei no carro, só de sentir o cheiro dele, enlouqueci. Tremi por dentro, senti minha pele arrepiar. E ele veio logo puxando, abraçando e beijando. Em menos de um minuto estávamos cheios de vontade. Ele já ficou com seu pênis ereto, abrindo a calça. Caí de boca. Nunca foi preciso que me pedisse, sempre tive uma atração irresistível por chupá-lo. Eu mal o lambia, e seu pênis começava a se lubrificar. O gosto era inexplicável. Gosto de homem. Naquele momento, do MEU homem.
    Chupei loucamente e parei. Eu já estava quase gozando só de lambê-lo e ele somente se retorcia. Mas eu queria mais. Pedi pra ele vir por cima, ele hesitou, afinal estávamos num carro, em plena rua. Mas não teve jeito: tirei minha calça, coloquei a calcinha de lado e assim ele me montou.
    Na primeira penetração já fui ao céu. Senti meu corpo tremer por dentro. Eu já sentia meu orgasmo chegando. Ele começou a se movimentar e em alguns segundos gozamos juntos. Ele não saiu de dentro de mim, só respirou profundamente. Eu sentia minha boca formigar - e quando fui lhe dizer, senti seu tapa em meu rosto.  Neste momento senti meu segundo orgasmo vindo. Ele começou a movimentar-se novamente, eu enlouquecia em meio a um orgasmo e outro, sentindo seu cheiro e seus movimentos e meu rosto arder.
    Mas pra ele não era suficiente. Apertou minha boca de forma que eu a abrisse, e cuspiu nela. Sua saliva era doce, eu a lambi e quis mais. Mas o que ele me deu foi mais um estrondoso tapa, com agora muito mais coragem, e com a mesma força que ele me batia, ele me penetrava. Perdi as contas de quantos orgasmos tive. Perdi meus sentidos, me senti em êxtase total e completo.
    Foi quando o ouvi urrar. Eu amava aquele som. Ele urrava como o animal que era. Aquele som simbolizava seu prazer máximo. Eu sabia que aquele som extravasava todo o prazer que aquele animal que estava em cima de mim conseguia sentir.
    Ele se deixou cair em cima de mim, sem que eu mal respirasse. Mas eu não tinha forças mal pra reclamar. Só sentia o pulsar do meu corpo.
Fui trabalhar normalmente, molhada. Meus pensamentos reviram esta cena o tempo inteiro de trabalho.


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