domingo, 20 de setembro de 2015

Velocidade

    Estávamos um pouco alegrinhos, voltando pra casa. No carro, começamos a conversar de algumas pessoas que havíamos visto e conversado. Foi quando ele me acusou de ter me insinuado para um amigo. Eu não havia me insinuado, mas pra não deixar o clima se transformar em algo ruim, resolvi brincar: "Seu amigo é bonito, tem cara de ser bom de cama". Ele ficou furioso, acelerando o carro.         Foi quando fui pra cima dele, sussurrando em seu ouvido "Posso dar pra ele?". Ele acelerou ainda mais, demonstrando sua fúria. Fui lambendo sua orelha e sugerindo em sussuros que ele convidasse o amigo pra transar comigo, que eu o deixaria assistir. Eu sabia que tocava numa questão fortíssima pra ele: o ciúme. Mas como a raiva e o tesão caminham de mãos dadas, fui arriscando comentários cada vez mais ousados, comentando o que faria com o amigo dele.
    Falei em como iria deixá-lo me tocar, falei que suas mãos deveriam conhecer muito bem as curvas do corpo de uma mulher. Falei em como iria deixá-lo me chupar e como eu iria retribuí-lo. E não deixava de frisar que ele poderia limitar-se a assistir, sem poder fazer nada.
    Estávamos a quase 150 km/h e então ele abriu sua calça, pegou minha cabeça e com força a empurrou pra baixo, forçando a chupá-lo. Chupei com todo o tesão que aquela velocidade tinha me dado. Quando vi que ele estava em estado de excitação máxima, fui pra cima dele, sentando em seu colo. Como estava de saia, apenas puxei a calcinha pro lado e o montei.
Galopei nele, que naquele momento era uma fera selvagem, enquanto ele dirigia e acelerava fundo.
    Cada vez que eu o montava mais forte, ele acelerava ainda mais o carro. E assim fomos até gozarmos, que foi uma questão de minutos (e quilômetros!). No momento do gozo final, ele gritou, e o carro desacelerou, como uma simples resposta de seu corpo, extasiado com aquele momento.

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